Em setembro de 2019 eu estava esperando uma sessão na cinemateca Paulo Amorim, na Casa de Cultura Mario Quintana. Lá tem uma discoteca — literalmente uma biblioteca de discos — que tava tocando a trilha-sonora de Betty Blue, um dos meus filmes favoritos.
Foi uma memória bacana que eu tive hoje, um momento inusitado. A Vivi tinha morrido há menos de um mês, e essa foi a primeira vez em que algo inusitado aconteceu.