A Luciana escreveu no seu blog um obituário pra uma árvore, companheira do seu dia-a-dia.
Me lembrou do belíssimo relato da morte da sumaúma que comoveu a cidade de Belém, e das pessoas que mandam emails para árvores.
Eu acho esse tipo de relato profundamente triste, sempre. Eu vejo as árvores ao redor da minha rotina como verdadeiras instituições, e é sempre estranho perceber que, seja por consequência de um vendaval, ou porque o prefeito odeia sombra, uma delas não está mais lá. Crescer no meio do mato me fez reagir a esse tipo de mudança de um jeito estranho.